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Crítica Army of the Dead: Invasão em Las Vegas Netflix

O primeiro trabalho do diretor Zack Snyder para as telonas foi em 2005 com “Madrugada dos mortos”, um dos melhores filmes do gênero de mortos-vivos, pois trouxe exatamente aquilo que esse estilo de filme precisava: uma inovação, ao trazer os zumbis que corriam, fugindo da mesmice dos lentos.

Hoje em dia, diversos filmes pegaram essa ideia e colocaram em suas produções, como foi o caso de ” Guerra Mundial Z” com Brad Pitt.

O diretor na época havia feito o roteiro de Army of the Dead: Invasão em Las Vegas, mas a Warner preferiu que ele focasse em outros projetos, como 300, Watchmen e demais, indo para o ramo das adaptações das hqs. Então, passados todos esses anos, o diretor levou esse projeto para a Netflix, que não é besta, e decidiu bancar o longa com 90 milhões de dólares.

Qual a trama de Army of the Dead: Invasão em Las Vegas?

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Após a transferência de uma carga da área 51 se soltar ao ser escoltada pelo exército, no caso tal carga era simplesmente um zumbi bombado, a cidade de Las Vegas é tomada por uma invasão que acaba com praticamente todos os que estavam presentes.

Os sobreviventes liderados por Scott Ward( Dave Bautista, Guardiões da Galáxia) formam uma equipe para conseguirem escapar do local.

Anos depois, já vivendo pacificamente, Ward precisa convocar novamente sua equipe para entrar na zona bloqueada para retirar uma grana alta que está em um cofre no maior cassino de Las Vegas. Tudo precisa ser feito antes que uma bomba nuclear destrua de uma vez por todas, tudo que está em volta da cidade.

Army of the Dead: Invasão em Las Vegas da Netflix Vale a Pena?

Army of the Dead: diretor explica as espécies que são imunes ao vírus

Em um filme de Zack Snyder, o espectador já sabe o que encontrar: slow-motion, muita ação, violência, palavrões, uma trama que não é nada espetacular e simplesmente, um filme descompromissado para o público.

E é exatamente isso que encontramos em Army of the Dead: Invasão em Las Vegas, as principais características do diretor estão lá. Juntamente com um elenco que está bem entrosado, com uma premissa simples da história.

O que o diretor traz nesse longa, que logicamente não chega aos pés de um de seus melhores trabalhos( Madrugada dos mortos), é novamente dar uma revitalizada no gênero já saturado de zumbis. Ao basear especialmente no livro ” Eu sou a lenda” ( esquece o filme merda de Will Smith), onde vimos que alguns zumbis passam a ter consciência, ainda que nesse caso de forma primitiva, e começam a montar a sua própria sociedade, onde vivem entre si, uns protegendo os outros e logicamente, percebendo aqueles humanos que podem lhe ameaçar.

Uma ideia que já havia sido trabalhada no longa ” Terra dos mortos” de George Romero, e que nesse longa dá uma revitalizada interessante. Fugindo do padrão de zumbis que vão apenas atrás de cérebros, eles tem uma organização que pode ameaçar ainda mais os humanos.

Por fim, Army of the Dead: Invasão em Las Vegas diverte quando precisa divertir, traz elementos interessantes que outrora, haviam sido pouco explorados na categoria mortos-vivos, como a sempre promissora ideia dos animais zumbis. E com seu roteiro simples, se torna um bom entretenimento.

Nota: 8,0 de 10,0

Army of the Dead: Invasão em Las Vegas está disponível na Netflix.

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