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Crítica GHOSTBUSTERS: MAIS ALÉM, Vale a pena?

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Caça-Fantasmas é um nome forte demais para ficar de fora dessa festa que está sendo na cultura pop recentemente, ou seja, novos lançamentos e remakes sendo produzidos com grandes nomes de títulos considerados antigos.

Sendo assim temos GHOSTBUSTERS Mais Além, dirigido e escrito dessa vez por Jason Reitman diretor de Juno Obrigado, Amor Sem Escalas e vários outros filmes.

Depois de tentar conquistar espaço em em 2016 com um grupo totalmente novo formado apenas por mulheres em ação, o filme não foi bem recebido por boa parte do público e da crítica a principal.

Agora a maior dificuldade nesse novo projeto, seria como conseguir revigorar a carreira da franquia sem deixar de valorizar o primeiro filme a fim de apaziguar o ânimo dos fãs mais antigos.

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Sobre a história de GhostBusters Mais Além

Basicamente a história acompanha uma mãe solteira que precisa agora precisa se mudar para uma pequena cidade do interior com seus filhos. E aqui já começamos a nos familiarizar com os primeiros filmes.

A mudança acontece depois que seu pai Egon um caça fantasma morre de forma bem suspeita, deixando uma herança que a família mal pode suspeitar, além de ser muito macabra claro.

Praticamente todas as soluções que o roteiro pensa para a narrativa giram em torno dessa busca pelo equilíbrio entre o antigo.

Diferentemente do primeiro filme, GhostBusters Mais Além se passa em uma cidade escondida, e pequena no interior.

Ou seja, as pessoas não veem uma infestação de fantasmas desde os últimos acontecimentos em Nova Iorque.

Pontos Positivos do filme

  • A estética do filme é muito bem ambientada em uma cidade pequena, possibilitando que os acontecimentos sejam engraçados e a velharia seja clássica assim como dos anos 80.
  • Em busca de fazer tudo parecer que faça sentido para os novos caça fantasmas, todos os elementos vão aparecendo ao pouco, bem como o carro, o equipamento de captura de fantasmas e até mesmo fantasmas que já havíamos vistos no primeiro filme.
  • Muita nostalgia envolve o figurino brega e piadas clássicas, isso faz com que acontecimentos estranhos que acontecem no filme e momentos toscos fiquem aceitáveis e bem construídos.

O que poderia melhorar?

A primeira metade do filme começa ser um pouco lento, nos detalhes que já sabemos e realmente observamos alguns pontos que podem ser importantes, porém, acontecem rapidamente sem ao menos explicá-los.

Ou seja, vemos uma trama que se alonga apenas para trazer elementos mais nostálgicos ao invés de trazer ação e aventura que é o que precisamos para um filme desse gênero.

Além disso, alguns aspectos foram pouco trabalhados o que eu gostaria de ver mais.

Como exemplo, a descoberta dos equipamentos, tudo parece que foi rápido e aconteceu de uma maneira que todos já estivessem familiarizados.

PORÉM, as crianças mesmo falam que nem mesmo sabiam que Egon era o avô deles.

Vale a pena assistir no cinema?

O filme é divertido sim! Mesmo com essas pequenas situações e se arrastando em muitos momentos, você vai sentir uma grande nostalgia.

No entanto, está longe de ser um filme excelente. Faltou emoção nas aventuras e momentos de ação.

Uma grande surpresa no final da trama acontece, o que vai deixar muitos fãs da trama original malucos! Detalhe importante:

  • Existe uma cena logo após os primeiros créditos.

Por fim, vale a pena assistir o filme sim!

Nota: 6,5/10

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