Crítica Rua do medo 1978 Parte 2
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Crítica Rua do Medo: 1978 – Parte 2- O Bom e Velho Terror de Acampamento

A trilogia Rua do medo ganhou nessa sexta-feira( 09), o segundo capítulo chamado de Rua do Medo: 1978 – Parte 2, que segue logicamente os eventos mostrados no primeiro longa, e voltando no tempo para mostrar mais detalhes sobre a trama.

Para quem não assistiu a primeira lançada na semana passada, o texto a seguir pode conter spoilers, então leia por sua conta em risco:

Sexo, sangue e maldição: Rua do Medo Parte 2 supera terror do primeiro  filme · Notícias da TV

O ano é 1978, e estamos no acampamento Nightwing, onde uma série de assassinatos começam a acontecer e a provável culpada de tudo isso é a bruxa Sarah Fier.

O longa mostra ao mesmo tempo os acontecimentos dessa época, tendo como protagonistas, as irmãs Cindy e Ziggy Berman. Cindy é vivida pela atriz Emilly Rudd e Ziggy por Sadie Sink, bastante conhecida por Stranger Things.

A trama vai mostrando novamente os dilemas da cidade de Shadyside, que é sempre palco de mortes e muitos afirmam que a cidade é amaldiçoada desde sempre.

Um dos grandes méritos dessa continuação é a sua ambientação, focada nos tradicionais filmes de horror adolescente de acampamentos, focado nos filmes de Sexta-Feira 13. Fator esse que havia sido confirmado no longa anterior, ao mostrar o visual do assassino dessa época. Bem ao estilo Jason.

Por que Rua do Medo 2 é mais assustador que o primeiro filme

E não apenas nas ambientações, mas sim o estilo de filme é bem produzido como se fosse dos anos 70 e 80 realmente. Os adolescentes que estão apenas lá para transar, as decisões sempre equivocadas em que cada um vai tomando, assim como as soluções para enfrentar a ameaça. Tudo que acompanhamos em vários longas serve como parâmetro.

Aqui ninguém está a salvo, e isso é outro grande ponto positivo para o longa. As mortes das crianças não são mostradas em nenhum momento, ao contrário das cenas de morte dos adolescentes, mas você sente que ninguém está poupado do assassino. E isso é muito bom, tendo em vista que para ser uma notícia que aconteceu a tantos anos e segue sendo lembrada, os acontecimentos teriam que ser bem perversos e marcantes para quem vivenciou.

O elenco completamente desconhecido também ajuda nas cenas mais dramáticas e logicamente, temos aqueles estereótipos que sempre estão em filmes do gênero. Os drogados, a boa moça que terá a sua redenção, a revoltada, tudo está lá como deveria estar.

As cenas ligadas ao primeiro filme estão lá, no começo e no fim. Deixando tudo para a conclusão da trilogia que chega na próxima semana, mostrando a origem da maldição da bruxa que atormenta a cidade há séculos.

Rua do Medo: 1978 – Parte 2 consegue ser melhor que a primeira parte e trazer outra bela homenagem aos filmes do gênero dos anos 70 e 80. E deixa no ar a curiosidade sobre o desfecho da trilogia.

Nota: 8,0 de 10,0

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