Crítica Rua do Medo 1994- Parte 1: Diversão e Muito Sangue
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Crítica Rua do Medo 1994- Parte 1: Diversão e Muito Sangue

Uma das grandes apostas da Netflix para esse mês de julho é o lançamento de sua trilogia de terror chamada de ” Rua do Medo”. Cada uma das partes será ambientada em uma época diferente e por conta disso, todas as sextas- feiras, o streaming disponibilizará como em formato de série.

A trama é bem simples, mas que tenta se destacar em alguns aspectos: Em 1994, um grupo de adolescentes descobre que a cidade onde vive, sempre cercada pro tragédias e assassinatos, está sofrendo uma nova ameaça, e que dessa vez eles são o alvo.

Baseada em uma série de livros escrita por R.L. Stine. Essa primeira parte foca, logicamente, em colocar mais perguntas do que respostas, que devem ser respondidas ao final da trilogia.

Crítica | Rua do Medo: 1994 – Parte 1

“Rua do Medo: 1994”, tem aquele ar de clichê que tanto somos acostumados em ver em diversas produções. Mas nada disso irá afetar sua diversão, tendo em vista que na verdade é uma grande homenagem aos filmes dessa década, como Pânico, Lenda Urbana e demais.

Cada nova cena se refere a um filme que marcou época, pegando elementos inclusive dos anos 70 e 80, como a clássica homenagem a ” O iluminado” e claramente a ” Sexta-Feira 13″ com um dos personagens claramente referenciando Jason. E, porque não, até com um toque de filmes mais atuais como ” Garota Infernal” na sequencia final.

Um dos grandes méritos é justamente, ser ousado. Tendo em vista que a base dos filmes de terror atuais visa em especial ter aquele final feliz e padrão Hollywodiano, aqui em  “Rua do Medo: 1994” até o último momento você não sabe se todos irão de fato sobreviver a ameaça, tendo em vista as diversas situações que irão acontecer ao longo de sua 1 hora e 40 minutos.

“Rua do Medo: 1994” não é um filmaço, pois em diversos momentos o espectador mais acostumado com filmes de terror, logo fica ciente de como tudo isso irá terminar, e a tentativa de forçar laços em alguns personagens fica longa e arrastada. Com tudo aquilo podendo ser resolvido com diálogos mais rápidos, parece aquela encheção de linguiça para o longa ter uma duração maior. Mas que apesar de tudo isso, se torna uma boa produção com bastante violência e gore, e os jump-scare( o susto gratuito) não é utilizado em excesso como grande parte dos longas de horror da atualidade.

Nota: 7,0 de 10,0

A parte 2 de Rua do Medo estará disponível na Netflix no dia 09/07

 

 

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